terça-feira, 6 de setembro de 2011

UM PROGRAMA - FINAL

Quando ele disse que se chamava Samuel eu soltei um largo sorriso. Minha satisfação era tão grande que ele perguntou :
- porque está rindo?

- estou feliz de estar contigo meu amor!-
E, isso não era mentira.  A situação era maravilhosamente tensa.
Entretanto duas coisas eu não podia revelar: que eu não era prostitua e que  sabia que ele era o pastor.
Entrei no carro dele .Logo  começou a ficar a vontade e perguntou quantas vezes eu trepava por dia, onde fazia ponto...- quanto tu cobra?.
Fiquei sem palavras.Não imaginava quanto poderia ser.10 reais  é pouco? 100 é demais?
-depende do que tu quer fazer comigo - Disse sem pensar muito.
Ele não respondeu entrou em uma rua perto  da Rodoviária e acionou o portão de uma garagem. Fiquei perplexa! Estávamos em um estacionamento, parecia abandonado e tinha uma casa velha , antiga construção.
Fiquei apreensiva . Samuel sorriu, estacionou perto de uma árvore  - Não se preocupa eu conheço tudo aqui- E mandou eu sair do carro. -Agora tira tudo, fica só de sandália e calcinha- .
Fiquei nua, só em cima do salto. O dia estava quente  e encostei na árvore. Havia vários prédios comerciais em volta do estacionamento.Nada me incomodava .Samuel só tirou a camisa, levantou meus braços e começou beijar minhas axilas.Pedi para morder meus bicos, ele não fez. Desceu pela minha barriga e mordia minhas coxas. Abri bem as pernas e pedi para ele tirar minha calcinha e meter a língua. Meu clitórias estava durinho!
-eu não chupo buceta de vagabunda!- falou me olhando nos olhos.
Não acreditei. Logo em seguida ele apenas abriu a calça e tirou o pau bem duro. Chupei bem gostoso, ele tremia . Estava encostado no carro  suando, quase gozando e eu mordendo e lambendo bem as bolas.Eu só ouvia uma frase: -  Meu Deus! Que tesão,que vontade de gozar.-
Alguém gritou lá de dentro da casa - vai querer cerveja?
Certamente estavam nos observando, estávamos ao ar livre. Sentia falta de um beijo forte na boca, bem apertado .Um beijo é tudo! Samuel não queria.
Falei - Tô louca de tesão, quero um orgasmo! mete todo esse pau na minha buceta
-Foi então que ele disse:
-Puta não goza.Vou comer só teu cú .Coloca bastante gel  -
Eu estava toda depilada e  bem molhadinha . Ele nem quis saber, disse para eu virar e costas. Uau! deitei na frente do carro , ele baixou minha calcinha e abriu bem minha bunda. Me sentia dominada. Quem mandava era ele, afinal eu era a prostituta. Samuel começou a me penetrar , me abraçou e acariciou meus peitos.Foi maravilhoso. Nesse momento um homem  bem velho se aproximou sorrindo , colocou uma bandeja com 2 latinhas de cerveja em cima do carro e se afastou dizendo - é coloradooooo,é coloradoooooo...-
Não demos atenção ao velho. Samuel continuava a  enfiar gostoso, lentamente e com as mãos enormes segurava na minha cintura até enterrar tudo .O êxtase era grande . Quando já estava com todo pau dentro de mim ele pediu para eu mexer a bunda  -Meu Deus do céu...vou me acabar no teu cú,  mulher! vou te rasgar toda- ele dizia isso  ,  mordia meu percoço e socava com vontade. Delícia! acabou gozando no meu cú ,gemia como um animal. Eu estava pegando fogo. Logo que acabou  Samuel , simplismente ,não me deu atenção e foi em direção a casa tomar um banho. Então, sentei no banco da frente e iniciei  a masturbação. Estava nua, com as duas mãos entre as pernas procurando  o melhor toque quando alguém chegou perto do carro. Era o velho, estava me olhando... Tirou o cigarro da boca, o boné da cabeça  e disse: - Tua buceta é linda, toda raspadinha...deixa eu dar um beijinho nela-
O velho deveria ter mais de setenta anos, barba por fazer, talvez fosse guardador de carros, sei lá...
Sentei na ponta do banco , abri bem as pernas e disse: - então vem...- Foi uma loucura. Sentia a lingua dele bem quente e a barba espinhando minhas coxas. Ele abriu a lata de cerveja e derramou o líquido no meio das minhas pernas, mordia e lambia bem a buceta. Chupava o clitóris e apertou várias vezes até o orgasmo chegar. Ele sabia como  fazer a massagem .Gritei de prazer.O velho só me olhava e ria.
Ouvimos a voz de Samuel chamando. O velho colocou o boné e se afastou.
Enfim, me vesti e saímos do estacionamento. Um silêncio - Tem alguma coisa errada ? -perguntei.
-Tu é muito vagabunda mesmo, deixar aquele velho chupar a tua buceta...- dizendo isso , me alcançou uma nota de 50 reais.
Saltei do carro ,devolvi a nota de 50 e disse - Guarda o teu dinheiro para o dízimo da igreja-
Me afastei sem olhar para trás.

Um comentário:

Tche disse...

Muita loucura e por isso excitante interesse!!! è pra deixar qualquer um subindo pelas paredes. Parabéns pelo conto.
Bj!