segunda-feira, 25 de abril de 2011

A ULTIMA VEZ QUE TRAÍ MEU MARIDO

Gosto muito de ler e sei que uma história verídica sempre tem seu valor  e muito mais sabor.

Em se tratando de histórias de traições femininas, elas me parecem tão atraentes ..ouvir uma mulher contar sobre suas aventuras fora do casamento é também uma aventura porque sempre se encontra uma outra mulher, naquela que narra.Eu admiro mesmo, quando o marido nunca descobre a traição .Ai  a culpa, felizmente, vai dissolvendo com o tempo.
Foi exatamente oque aconteceu comigo na última vez que trai meu marido.
Eu  tinha 29 anos , um casamento de 9 anos e um filho de 5. Tudo corria bem, meu marido era policial civil e nos verões costumávamos acampar na colônia de férias de  uma praia no litoral do Rio Grande do Sul.
Foi num destes acampamentos de verão que conheci o Victor.
Na verdade, hoje,lembro pouco de  como ele era  nem conversamos direito.Só lembro que simplesmente devorei aquele homem!
Durante a tarde meu marido ia pescar e eu ficava na pracinha com nosso filho. Então ,numa destas tardes eu vi o Victor chegando.
Estilo solitário,  "não tô nem ai",cerca de 30 anos, moreno, cabelos pretos e corpulento, bem latino. As coxas bem grossas e uma barriguinha, tudo bem!. Tirou a camisa e começou a armar a barraca (a barraca de dormir) 
Eu, lá da pracinha não conseguia parar de olhar e cada vez gostava mais. Surgiram alguns colegas para ajudar  e faltava um martelo. Prontamente eu fui buscar o martelo . Ai ele me viu  e  foi aquela mirada!
Pronto já tinha o veredicto: "Eu ia tranzar com o Victor"

Naquela hora eu senti que o ditado da minha vó era certeiro:"água morro abaixo, fogo morro acima e mulher quando quer dá...ninguém segura"
Logo começamos a  amizade , junto com meu marido e mais amigos, almoçavamos juntos, volei,  futebol, praia , churrasco ,cervejada. Aquele homem não tirva o olho de mim . Até  então ,nossos olhares diziam tudo, mas queríamos uma oportunidade para conversar. 
Foi ai que acabou a luz. Numa noite, depois da janta, fomos jogar cartas no restaurante. O Victor sentou do meu lado . Parecia que eu ia pegar fogo, ele passava o pé no meu...aiiiiii. como é que eu ia fazer pra trepar com ele?
De repente faltou luz, um apagão. Todo mundo correu para pegar uma lanterna, isqueiros. Meu marido foi na  barraca ver  nosso filho. Quando eu saia para o pátio  rapidamente , senti aquele braço em volta da minha cintura. Tá! . Ele me deu só um puxão e aquele beijo. Haaaaa foi uma maravilhosa loucura, tudo escuro, o mêdo da luz voltar repentinamente... a vontade de ficar agarrada no pescoço dele...o gosto de cebola .
Nos largamos, a luz voltou e meu marido também.Ufa!  Foi ai que surgiu uma oportunidade. No dia seguinte,  meu marido iria a Porto Alegre fazer um plantão de 24 horas por 72 de folga. Ele saia da praia , fazia o plantão  e retarnava. Sendo assim ,como o tempo estava chuvoso, eu tratei de fazer  o meu filho ir junto com o pai e ficar  com a vó .
Pronto! tudo certo. Eu achei que iria dar certo.

  







 

2 comentários:

No encalço dos "COMPASSOS" disse...

vc é uma puta!!! que deve ser traida com amelhor amiga, vaca!! por isso que mulher tem que foder o cú e chmar de puta, só assim ficamg gamadas avida inteira..
piranha desclassificada

RUBY disse...

Eu já havia desistido de continuar escrevendo, mas as suas palavras me convenceram de que posso ser um "boa escritora".Dizem que a ficção deve tocar o sentimento e a imaginação do leitor. Se isso aconteceu com vc, se o meu texto se tornou realidade na sua imaginação, então eu estou satisfeita.Esse blog é apenas um "pedaço de mim". Eu sou feliz, seja feliz também. Um forte abraço.